O que são zoonoses?

Zoonozes são doenças de animais transmissíveis ao homem, bem como aquelas transmitidas do homem para os animais. Os agentes que desencadeiam essas afecções podem ser microorganismos diversos, como bactérias, fungos, vírus, helmintos... A palavra tem origem grega, onde zoon significa animal e nosos significa doença. Geralmente estas doenças são provocadas por parasitas hospedados em animais.

FMS Niterói: http://www.saude.niteroi.rj.gov.br/
Atenção! O e-mail zoonoses.nit@gmail.com está com atraso no recebimento dos emails! Retorno previsto em alguns dias...

» Vacinação (2014)

Data: Sem data ainda!!! 
Horário: -- : --
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Cuidado com a raiva!
A raiva é uma doença mortal. É transmitida pela saliva de um animal doente, através da mordida, arranhão ou lambedura. Cães, gatos, morcegos e outros animais podem transmitir raiva.
Por isso, vacine seus animais de estimação regularmente para evitá-la, já que não tem cura e pode ser passada aos seres humanos.
A vacina é grátis!
Se você for agredido:
  • Lave o ferimento com água e sabão de coco e procure rapidamente um posto de saúde. Identifique o animal agressor e seu proprietário;
  • Não mate o animal! Caso o cão e/ou o gato sejam conhecidos, prenda-o(s) por 10 dias, alimente-o(s) normalmente e observe seu comportamento, informando ao posto de saúde como está o animal.
A raiva é uma doença mortal. O tratamento é preventivo e depois que a pessoa começa a perceber a doença, NÃO HÁ MAIS CURA!

Lembrete: Se você for agredido por um morcego, procure urgentemente um posto de saúde mais próximo para fazer o tratamento. Nunca manipule morcegos por conta própria!
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a captura e o sacrifício de animais não representa medida de controle da doença, pois não atua nas principais causas do problema: a procriação descontrolada de cães e gatos e a irresponsabilidade ou ignorância dos seus proprietários. Além disso, o sacrifício (eutanásia) dos animais é mais caro do que a esterilização (castração).

Quer adotar um animal de estimação?
Os animais são protegidos pela lei 9605/98. Não adote um animal pensando que ele é um brinquedo! Cães e gatos vivem em média 15 anos. Você está disposto a cuidar do animal durante toda a sua vida? Você pode custear a alimentação, cuidados veterinários como vacinas e vermífugos, possui espaço físico adequado para criá-lo? Então vá ao Centro de Controle de Zoonoses e adote o seu animalzinho! Atenção, também é preciso ter tempo para passear com ele, dar carinho e atenção, cuidar de sua higiene, saúde e manter as vacinas em dia! Com espaço, boa alimentação, água limpa e fresca, higiene, carinho e muita saúde seu bichinho de estimação ficará super feliz! Adoção é prova de amor, então lembre-se que cuidar de um animal é muito mais do que simplesmente das água e comida para ele. Seu bichinho também sente medo, dor e alegria. Ele também tem sentimentos. Nunca abandone seu melhor amigo!

Vamos evitar a superpopulação de cães e gatos?
A esterilização (castração) é a única forma de impedir a procriação excessiva, diminuindo assim o número de animais nas ruas. Castração é uma cirurgia efetuada pelo médico veterinário e realizada sob anestesia geral, o que impede a procriação de cães e gatos.
Os benefícios da castração são vários: diminui a quantidade de animais nas ruas, abandono, crueldade, atropelamentos... Os machos castrados podem parar de urinar em todos os cantos e as fêmeas castradas não adoecem por problemas em órgãos do aparelho reprodutivo...

Autoria

O blog 'Zoonoses Niterói' é de autoria de Antônio Marcos de Oliveira Coelho. Funcionário Público, matrícula 436.428-7, lotado em CCZ/DEVIC.
O blog foi aprovado e serão postadas apenas informações relativos ao assunto do título.


Antônio Marcos de Oliveira Coelho.

Notícias urgentes:

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O Centro de Controle de Zoonoses:

O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói, órgão de Saúde Pública integrante da estrutura da Fundação Municipal de Saúde (FMS), em consonância com o que é preconizado pelo SUS, desenvolve inúmeras atividades voltadas para a prevenção e promoção da saúde da população humana, sempre levando em consideração a saúde e o bem estar animal.
Dentre as inúmeras ações desenvolvidas pelo Centro de Controle de Zoonoses, podemos destacar:
Vigilância e monitoramento das mais diversas zoonoses dentro do município.

Vacinação anti-rábica animal.

O CCZ é o órgão responsável pela execução, no âmbito municipal, do Programa de Vigilância Controle e Profilaxia da Raiva. Uma das ações do referido plano é a vacinação anti-rábica dos animais.

Fiscalização zoosanitária
A fiscalização zoosanitária tem como propósito a equação de problemas decorrentes da presença de diversas espécies de animais dentro do município. O objetivo desta atividade é não só impedir que a convivência homem – animal resulte em riscos à saúde humana, como também que estes animais sejam submetidos a abusos ou maus tratos. Esta fiscalização é feita por Fiscal Veterinário, respaldado por lei municipal (lei 726/1988; lei 2564/2008).

Licenciamento de estabelecimentos veterinários
Compete ao CCZ a fiscalização e o licenciamento sanitário dos estabelecimentos veterinários do município (Clínicas Veterinárias, Consultórios Veterinários, Hospitais Veterinários, Estabelecimentos que comercializam produtos veterinários, Laboratórios e Centros de Diagnóstico veterinários).

Controle de animais sinantrópicos - As atividades de controle de animais sinantrópicos realizadas pelo CCZ têm o objetivo de minimizar o risco de ocorrência de agravos à saúde humana e oferecer aos munícipes uma melhor qualidade de vida. Animais sinantrópicos são aqueles que se adaptaram a viver junto ao homem, a despeito da vontade deste. Diferem dos animais domésticos, os quais o homem cria e cuida com as finalidades de companhia (cães, gatos, pássaros, entre outros), produção de alimentos ou transporte (galinha, boi, cavalo, porcos, entre outros).
Destacamos, dentre os animais sinantrópicos, aqueles que podem transmitir doenças, causar agravos à saúde do homem ou de outros animais, e que estão presentes na nossa cidade, tais como: Morcego, Pombo, Rato, Mosquito.
Recolhimento de suínos nas ruas do município.

Tais animais, principalmente durante a noite, saem em busca de alimento. Além de revirarem e se alimentarem de lixo, provocarem acidentes de trânsito, defecarem nas calçadas, e serem fonte de infecção para uma série de doenças (as chamadas Zoonoses), não são raros os casos de agressões a seres humanos. Por entender que a presença destes animais soltos nas ruas configura grave risco a saúde pública, além de perigo a integridade física da população, o Centro de Controle de Zoonoses realiza ações sistemáticas de captura destes animais. Desde o início das operações, em maio do Ano passado, já foram recolhido das ruas 510 porcos.

Ações de Educação em Saúde

O CCZ através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde realiza sistematicamente atividades educativas (escolas, empresas, condomínios) abordando inúmeros temas de relevância para a saúde publica, tais como: Guarda responsável, zoonoses, controle de vetores, dengue, etc.

Controle de vetores incluindo roedores

O Centro de Controle de Zoonoses é o órgão responsável pela execução do PNCD (Programa Nacional de Controle da Dengue).


O Centro de Controle de Zoonoses recebe diariamente inúmeras denúncias sobre maus tratos a animais, focos da dengue, reclamações envolvendo animais sinantrópicos (pombo, morcego, rato), solicitações de vistorias zoosanitária e ações educativas.
A autoridade sanitária, atendendo às solicitações, vistoria o local da denúncia onde poderá orientar, intimar e se constatada a infração, impor penalidades conforme determinação do Código Sanitário do Município, de acordo com a gravidade do problema encontrado e com os prazos legais concedidos.

Pombos urbanos:

O pombo comum das cidades, Columba livia domestica, é uma ave exótica, de origem européia e foi introduzido no Brasil no séc. XVI por imigrantes. Estas aves são mansas e se proliferam sem controle nos centros urbanos, onde se adaptam muito bem devido à facilidade de encontrar alimento e abrigo, sendo que o mesmo não aconteceu com seus predadores naturais, os gaviões. Alimentam-se preferencialmente de grãos e sementes, mas como não são exigentes, comem também restos de refeição, pão, pipoca, ração e até lixo. Formam casais monogâmicos para a vida toda, a não ser que haja interferência do homem ou algum acidente. Nos centros urbanos podem viver aproximadamente de 3 a 5 anos, e em condições de vida silvestre, 15 anos.
Sua imagem está associada ao simbolismo da paz, religiões e amor, o que torna distante de ser relacionada a algo que deve ser combatido ou reduzido. Entretanto, em função dos danos que causam, o controle dessas aves se faz necessário nas cidades.

Problemas:

Os pombos se adaptaram ao ambiente urbano devido à oferta de abrigo, ausência de predadores naturais e grande quantidade de fontes de alimentos disponíveis, e com isso vêm causando sérios problemas, dentre os quais:

● Contaminação de alimentos em armazéns e fábricas de gêneros alimentícios, pois transportam bactérias.

● Fezes e urinas extremamente ácidas, provocando corrosão e manchas em paredes, mármores, ar condicionados...

● Sujam as pessoas que estão debaixo de marquises ou outros locais.

● Promovem acúmulo de fezes em ambientes de uso público.

● Transmitem criptococose, histoplasmose, ornitose, salmonelose, toxoplasmose e alergias em geral.

Como evitar?

Nunca alimente os pombos, limpe sempre ambientes que estejam com pombos, com máscara, luvas e pano úmido, proteja alimentos e água do acesso dessas aves, impedir acesso à residências e construções, fechando os possíveis locais de acesso, recolher sobra de alimentos de animais domésticos, uso de pastas repelentes...

Nunca alimente os pombos! As aves, na natureza, têm uma função muito importante de controlar os insetos e replantar as sementes das plantas que comem. Ao receber alimento, as aves deixam de buscar na natureza alimentos adequados, como grãos, frutos e insetos.

O pombo é protegido por lei: Segundo a Lei 9.605/1998 (artigo 29, parágrafo 3º), os pombos são considerados domésticos, portanto qualquer ação de controle que provoque morte, danos físicos, maus tratos e apreensão e passível de pena de reclusão, inafiançável de até 5 anos.

Ratos:

Ratos e camundongos são roedores encontrados em quase todo o mundo. Vivem muito próximo ao homem. Têm hábitos noturnos, ou seja, exercem suas atividades predominantemente à noite, peincipalmente a procura de alimentos. Provocam consideráveis perdas em grãos, farelos e rações, afetando o armazenamento desses alimentos para homens e animais. Roem fios e cabos elétricos, o que pode causar curto-circuitos nas instalações.
Essas espécies transmitem germes causadores de várias zoonoses (doenças), tais como peste, tifo murino, salmonelose, triquinose, hantavirose, leptospirose, entre outras.

Saiba como se prevenir!

ⱶ Recolha o lixo em recipientes com tampa;

ⱶ Não jogue o lixo em terrenos baldios ou encostas;

ⱶ Se não houver coleta de lixo, enterre-o;

ⱶ Não acumule entulhos;

ⱶ Sótãos e porões devem sempre estar limpos;

ⱶ Cubra buracos e frestas;

ⱶ Mantenha ralos sempre bem fechados;

ⱶ Nunca deixe restos de comida ou ração à mostra.

Em caso de problemas com ratos, contate o Centro de Controle de Zoonoses. Nunca use venenos proibidos, tais como "Mil gatos", "Chumbinho", "Comeu-morreu" e outros. Acidentes com esses venenos podem ser fatais. O "Chumbinho" é fabricado ilegalmente, e quem usa ou vendo está sujeito à pena de 2 a 4 anos de prisão e multa. Lei 7.802/1989 Decreto 98.816/1990.


Área de eventos: 2014

Vacinação Anti-rábica Animal Gratuita, data: Data: Não determinado! Horário: -- : --
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Atenção às datas dos Liraa's 2014!

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Dengue em Niterói: 2014

Niterói está sob risco de um surto:


Texto: Paulo Roberto Saboya

Lista divulgada pelo Ministério da Saúde aponta as cidades de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí entre os 70 municípios que apresentam maior risco de surto de dengue.
O novo mapa da doença foi traçado com base no Risco Dengue, ferramenta lançada pelo Ministério da Saúde em setembro de 2010 que leva em consideração seis critérios básicos, dos quais quatro são do setor Saúde – Incidência atual de casos; incidência de casos nos anos anteriores, índices de infestação pelo Aedes aegypti e sorotipos em circulação; o quinto critério, que é ambiental – cobertura de abastecimento de água e coleta de lixo; e o último é demográfico – densidade populacional.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com a presidente Dilma Rousseff para articular a formulação de ações integradas capazes de prevenir e controlar a doença, bem como garantir atendimento de qualidade, em tempo adequado, para a população acometida pela dengue.
O Infectologista, Edimilson Migowski, membro titular da academia de medicina do RJ, comenta sobre essa questão:
“Como vetor mais conhecido do vírus da dengue, o Aedes Aegypti é o maior vilão para os orgãos de saúde e para população. Em importância menor, porém, não menos perigoso, existe o Aedes Albopictus. É bom lembrar que de 80% à 90% dos ovos do mosquito estão nas casas das pessoas. E 10% desses ovos já estão contaminados no nascedouro. O mosquito não precisa picar alguém contaminado para transmitir o vírus da dengue. É importante se fazer campanhas de mais eficazes de prevenção, lembrando que se a população não se conscientizar, as ações públicas de saúde se tornam obsoletas. É preciso evitar qualquer acúmulo de água, limpa ou não, nas residências, em pneus, garrafas, e canteiros”, diz ele.
Segundo o assessor da Secretaria de Saúde de Niterói, Humberto Ineco, o município já pratica todas as medidas necessárias para evitar a dengue e indica a falta de conscientização da população como causa dos contínuos casos da doença.
“A prevenção da dengue aqui em Niterói é feita o ano inteiro, não somente no verão, carnaval. Também é feita no inverno, quando o mosquito está hibernando. A população se acostumou com o “fumacê”, mas isso é uma “faca de dois gumes”. O inseticida mata qualquer tipo de inseto, causando um desequilíbrio enorme na natureza. E só atinge o inseto que esteja voando, se o mosquito estiver debaixo de uma folha, ele sobrevive. E recebendo doses baixas de inseticidas, o inseto se torna cada vez mais forte”, explica Humberto.

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A escalada da dengue em Niterói

Flávia Milhorance




Niterói registrou 141 casos suspeitos de dengue, segundo dados da Fundação Municipal de Saúde (FMS), por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covig). O número já é 240% maior do que o dos meses de janeiro e fevereiro de 2010, quando foram contabilizados 58 casos. No ano passado, o município acumulou 1.515 registros da doença, índice 80% maior do que o de 2009, que teve 839 casos. Números do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinam), da Secretaria estadual de Saúde, são ainda mais alarmantes: até o dia 19, foram registrados 221 casos.
Os dados preocupam a FMS, que divulgou no Diário Oficial, no último dia 18, a iniciativa de criar uma comissão de combate à dengue. No documento, o próprio órgão alerta: “Niterói é um dos 70 municípios do país considerados de risco” de sofrer uma possível epidemia causada pelo Aedes aegypti.

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Governo do Rio entra em alerta devido a casos de dengue

Da Redação, com BandNews FM RJ

cidades@eband.com.br

O aumento do número de casos de dengue colocou a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro em estado de alerta. No município do Rio, foram registrados até agora 1.107 casos de dengue, dos quais 948 foram contabilizados em fevereiro. Em janeiro e fevereiro do ano passado, foram notificados, respectivamente, 113 e 176 casos. No ano inteiro, foram 3.120 casos.

A Secretaria Estadual de Saúde informa que no mês de janeiro o número de casos de dengue no Estado dobrou em comparação ao mesmo período de 2010. Em 2010 foram notificados 1.447 casos, enquanto que este ano já são, 3.069.

Até agora, uma menina de 9 anos, morreu da doença. Ela era moradora de Itaboraí e estava internada no Hospital Santa Cruz, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, desde 26 de dezembro do ano passado.

Segundo dados do programa Rio Contra a Dengue, era esperado um aumento no número de casos para este ano, em razão da reintrodução do vírus do tipo 1, além de ser verão, estação propícia à maior incidência do vírus. A preocupação maior é com a população com idade até 24 anos, que está mais suscetível ao vírus tipo 1, uma vez que ainda não contraiu esse tipo, pois a última epidemia deste vírus foi na década de 80. Há também a possibilidade da introdução da dengue do tipo 4, que ainda não foi detectada no Estado, o que pode dificultar o controle da doença e de uma possível epidemia.

De acordo com o Ministério da Saúde, por enquanto, a situação está sobre controle, mas nada que evite o estado de alerta. O Governo e a Prefeitura do Rio, tem intensificado as ações de combate a doença, através do carro fumacê e visitação às residências para destruir possíveis focos do mosquito.

Com a proximidade do carnaval, por exemplo, a prefeitura do Rio tem reforçado o combate à dengue nas áreas de folia. Um trabalho de prevenção vem sendo feito no Sambódromo do Rio e na Cidade do Samba, na Zona Portuária da cidade.

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Prefeito reconhece epidemia de dengue em Niterói, mas falta combate

Até o início deste mês foram notificados 3.975 casos suspeitos, dos quais 451 foram confirmados

A exemplo de outros municípios do Rio, os casos de dengue em Niterói estão crescendo em ritmo acelerado e o número de vítimas já chega a 451 casos confirmados, sem óbitos. A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covig), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), divulgou esta semana novo balanço da dengue no município. Até o último dia 2 de abril, foram notificados 3.975 casos suspeitos da doença.

De acordo com relatório epidemiológico, 76% dos casos notificados são de residentes em áreas próximas às policlínicas regionais de Itaipu (38%), Sérgio Arouca, em Santa Rosa (24%), e Largo da Batalha (14%). E 77% dos casos atingiram pessoas na faixa etária de 15 a 59 anos. Moradores da cidade, por sua vez, reclamam que faltam ações de combate à proliferação do mosquito, embora o prefeito Rodrigo Neves (PT) tenha declarado em março que o município está em estado de epidemia.

Na Região Oceânica, problemática por conta da grande quantidade de terrenos baldios além das muitas áreas de matagal – possíveis criadouros de mosquito -, moradores de Piratininga afirmam que as ações de combate ao transmissor da doença aparentemente diminuíram este ano.

Segundo eles, tanto o carro fumacê quanto os agentes que combatem o foco da doença pararam de circular no bairro. “Este ano o fumacê não passou. Era importante porque estamos vivendo essa epidemia e não temos nenhum amparo”, diz Sonia Fernandes, moradora de Piratininga. Ela acrescenta ainda que “esse ano não teve a visita dos agentes”.

De acordo com a prefeitura de Niterói, veículos “fumacês” estão trabalhando nos bairros com maior incidência de dengue, sempre de 5:30h às 8:30h e de 16:30h às 19:30h. A ação segue cronograma definido por critérios técnicos e não acontece em caso de chuvas ou ventos com velocidade maior do que 15 quilômetros por hora. Esta semana, bairros como Icaraí, Piratininga, Vital Brazil, Cubango, Itaipu, Engenho do Mato, Maravista e Ingá receberam a visita dos fumacês foram visitados.


Calendário: